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sábado, 21 de maio de 2011

Pensamos em falar-vos sobre o Amor *


Pensamos em falar-vos sobre o Amor. Sobre borboletas na barriga. Sobre saudades. Sobre o coração apertadinho. Sobre os sonhos conjuntos. Sobre o inesperado. Sobre a paixão. Sobre o companheirismo. Sobre a vontade de estarem juntos. Sobre os planos. Sobre os medos. Sobre as cedências. Sobre as tempestades. Sobre as bonanças. Sobre as diferenças. Sobre as semelhanças.

Pensamos em falar- vos da partilha. Das tardes no sofá. Das conversas. Das discussões para decidir quem lava a louça ou quem arruma a roupa (olha que hoje é a tua vez!). Das compras. Das restrições. Dos passeios. Dos “gosto de ti”. Do apoio. Das poucas coisas que agora vão mudar e das muitas que não mudarão rigorosamente nada.

Pensamos em falar-vos de tudo isto e de muito mais. Mas isto, tudo isto, vocês já sabem. Por isso não vamos dizer mais nada a não ser aquilo que não queremos que esqueçam: “Muuuuuuitas felicidades. Qualquer coisas que precisem contem connosco!”.

* Texto escrito por mim para o casamento de hoje.
** Imagem daqui.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Das coisas simples. Das coisas bonitas. Do amor

(...) A noção de que os princípios da regularidade e da repetição podiam quer simplificar a construção, que resultar num edifício harmonioso era uma ideia sedutora. Todavia, não estava convencido de que a proporção fosse a essência da beleza. Tinha propensão para tudo quanto era agreste: montanhas altas, carvalhos envelhecidos, o cabelo de Aliena.
in Os Pilares da Terra - Vol II, Ken Follett 

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Há aquelas declarações que me deixam assim a modos que emocionada...

... como esta ou esta. E depois há estas, que não me aquecem nem me arrefecem um bocadinho que seja.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Parar o tempo #045

Dia #045 - 01.11.2010
01.Nov.2010 - E é MUITO de vocês que me deixa o coração apertadinho de amor. Os beijinhos, e abraços e os sonhos. E as proezas. O teatro de um. As notas de outro. A guitarra. A evolução na terapia da fala. O deixarem-se estar enroladinhos no meu colo. O quererem ouvir histórias, jogar consolas, ter a minha atenção. O que me faz encher de orgulho por ver que vocês estão a ficar uns pequenos-homenzinhos! E o que eu odeio por agora que já são grandes não se aninharem tanto no meu regaço. Valha-me o facto de nesta família haver sempre bebés! Porque vocês, mais do que todos, fazem-me tanto acreditar nas coisas boas! E é com vocês que eu sei que Vida afinal é quase como os "Desenhos Animados e nunca, quase nunca acaba mal...".

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Parar o tempo #044

Dia #044 - 31.10.2010
31.Out.2010

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Este blogue já parece um fotolog, mas eu não quero saber...

... no fim-de-semana passado fomos "gastar" a nossa Smartbox aqui. E não há muito a dizer a dizer. Comer. Caminhar. Namorar. Ver. Descansar. Muito e Muito Bem.










sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Momento Angular

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Parar o tempo #018

Dia #018 - 05.10.2010
05.Out.2010 - All You Need Is Love

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Parar o tempo #009

Dia #009 - 26.09.2010
26.Set.2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

#09 - Verbo Aproveitar

Os últimos cartuchos das férias a dois. Que, na verdade, não foram pouco tempo a a dois: estivemos sempre com montes de gente. Gosto tanto de casas cheias: Eu, Ele, e todos Eles!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Achei tão simples e tão bonito

sábado, 27 de março de 2010

O Leitor #02

"Quando os motores dos aviões param por avaria, isso não é o fim do voo. Os aviões não caem do céu como pedras. Os enormes aviões de passageiros, com vários motores, continham a deslizar durante meia hora ou três quartos de hora para depois se esmagarem ao tentarem aterrar. Os passageiros não notam nada. Voar com os motores parados não parece diferente de voar com eles a funcionar. É mais silencioso, mas só um pouco mais silencioso: mais barulhento que os motores é o vento que se quebra na fuselagem e nas asas. Num momento qualquer, ao olhar pela janela, a terra ou o mar estão ameaçadoramente próximos, a não ser que as hospedeiras e os hospedeiros tenham fechado as cortinas para pôr um filme a correr. Talvez os passageiros sintam que esse voo, uma pouco mais silencioso, é essencialmente agradável. 
Aquele Verão foi o voo planado do nosso amor. "

in "O Leitor", Bernhard Schlink

Já vi amores acabarem assim. Suavemente. A melhor forma de ver o fim de uma relação. Depois há o estrondo. Custa. Se ambos deixaram de voar e se deixaram apenas no conforto, à deriva. não é muito doloroso. E é por isso que não acredito no conforto puro e constante de um amor. E é por isso que preciso de lutar, de desafiar, de experimentar, de conhecer, de partilhar. De muitos momentos perfeitos e de muitos imperfeitos. Porque só assim faz sentido para mim. 

Decididamente, não gosto de viagens silenciosas.

domingo, 14 de março de 2010

Do Amor...

Haverá melhor acordar do que um Beijo e muito Sol?

Hoje estou melosa e apaixonada, que querem? =)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

I believe in magic



Hoje estou por AQUI, no blogue da Lua Escondida. Com uma carta "Sinto-te em mim", para a pessoa mais perfeitamente imperfeita que eu conheço.

*

domingo, 15 de novembro de 2009

27 Dresses / Vestida para Casar


E depois de um fim-de-semana em que precisei mesmo de trabalhar (grrr), tive que ter boas noites. E depois de uma boa noite de Sexta, uma boa noite de Sábado tinha que ter um boa noite de Domingo. Depois de chegar da faculdade a amaldiçoar o tempo e a escuridão, lá decidimos ver um filmezinho, quentinhos a ouvir a chuva. E porque já estava com saudades da Izzie, decidi(mos) ver este. Eu gostei bem mais do que achava inicialmente. É levezinho mas não é estúpido. Bom para ver em tardes de Outono. =)

"É tão bom discutir contigo". (Jane)

domingo, 27 de setembro de 2009

Sentir


Este, talvez, tenha sido um fim-de-semana como os outros para vós, leitores fofinhos deste blog, mas para mim não foi. Este foi o fim-de-semana 2009 do Grupo de Jovens. Passo a explicar, todos os anos, por volta desta altura o G.J. reúne-se numa quinta da paróquia onde ora, aprende, brinca, sente, sente, sente, sente, chora e ri muito, o qual marca o início de um novo ano catequético. E assim foi. Depois de uma semana muito muito cansativa juntei as minhas forças todinhas para ir porque para além daquele grupo fazer parte de mim (de nós), os "meus meninos" do 10º ano também participaram. Foi gratificante nesse aspecto porque eles aderiram e gostaram. Foi sobretudo um que ali esteve porque em cada um de nós havia um coração diferente, que chorou em alturas e por motivos completamente diferentes mas que se sentia parte do grupo. Tivemos testemunhos inesperados que nos fizeram chorar baba e ranho, tivemos recomeços e avanços, experiências e saudades à flor da pele. Houve sentimentos muito bons e maus, mas não vou valorizar os maus... o objectivo é ser feliz. E talvez, isto não vos interesse muito porque só quem experimenta viver connosco o consegue sentir, só quem esteve connosco na celebração dos 25 anos sentiu a força que havia naquela igreja, só quem está ouve e vive as nossas histórias, só quem se sentou no chão daquela capela, ontem, durante 2 horas, foi capaz de ver o amor que entregamos. Como eu estava a dizer, talvez não vos interesse mas apetece-me partilhar. Pode ser que deixe alguém curioso e um dia venha ver como é.
"Sem medo nem receios dou o meu amor"


terça-feira, 8 de setembro de 2009

=)


A culpa é do Verão, deste grande Verão... mas eu estou feliz!
Beijinhos*

domingo, 5 de julho de 2009

Conversas de gaja

Não acham que depois de estarmos 1 dia inteirinho juntas, conversas de 1h30 (as maravilhas de ser extravaganza!) de madrugada são altamente?

(...)
S: Eu acho que não vai aparecer à frente, vai aparecer ao teu lado por isso fica atenta!
J: Essa tocou-me...
S: Saiu aqui bem do fundo... hmm hmm!
(...)


No seguimento de "A propósito de panelas...", talvez.

Beijinhos : D

terça-feira, 16 de junho de 2009

A propósito de panelas...


A propósito de...
príncipes e princesas.
Brancas de Neve que ficariam ou não no caixão de vidro para sempre (afinal o corpo dela podia ter rejeitado a maça sem ser preciso alguém tropeçar e ela ter acordado e casado com o lenhador querido que não lhe tirou o coração),
Belas Adormecidas que teriam ou não acordado se ele não aparecesse (não fosse mais quando alguém precisasse daquele terreno para construir um condomínio de luxo ou do castelo para fazer uma feira medieval),
Sereias que podiam encontrar príncipes lindos no mar e não precisar de ter taaantttoooss problemas,
E tipos que têm tapetes voadores (ou nuvens!) não é só o Aladino,
Na sexta feira tive uma conversa que contínuo a achar que merece ser partilhada.

R: Ah... eu contínuo a achar que há sempre um testo para cada panela.
S: Pois, o problema é se nasceste sertã...
R: A minha mãe põe testo nas sertã, às vezes...
V: O testo de outras panelas!
S: Não, não, isso não...
(silêncio constrangedor + gargalhadas)
R: (passado uns tempos) Pronto, há sempre um chinelo para cada pé.


Eu concordo com a R, acho que vale a pena esperar... E vocês?

quinta-feira, 21 de maio de 2009

amor para simplificar



"Chamo-lhe amor para simplificar. Há palavras assim, que se dizem como calmantes. Palavras usadas em série para nos impedir de pensar. O que existia, existe, entre nós, é uma ciência do desaparecimento. Comecei a desaparecer no dia em que os meus olhos se afundaram nos teus. Agora que os teus olhos se fecharam sei que não voltarás a devolver-me os meus."
in "Fazes-me Falta", Inês Pedrosa


Comecei a ler ontem e já acho que vai ser o melhor livro que li nos últimos meses. E vou por "O Velho que Lia Romances de Amor" de volta na estante...