(olha só quem quer descobrir tempo para por as mãos na massa!)
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Do preço livros-
Li há uns tempos este post da Rita, e fiquei a pensar que não sou, nem quero ser, minimalista no que toca a livros, DVDs, CDs e outros que tais. Ler um livro impresso, abrir a caixa de bom CD, folhear um álbum de fotografias estão todos na lista dos meus pequenos grandes prazeres. Chamem-me poluidora e muito propensa a juntar "tralha", mas o gostinho que me dá tocar nas coisas, é incomparavelmente superior ao valor que dou a um monte de bytes.
No caso especial dos livros, continuo a acreditar que o livro físico ainda está para durar muitos e bons anos. Não preciso que seja muito bom ou que tenha capa dura, sou grande fã dos livros de bolso e outras edições baratas. O que eu quero é poder folhear!
No entanto, como curiosa assumida que sou, deu-me para ver preços ebooks. Só porque sim, só para ver se aquilo me convencia ou não. Só havia uma coisa que me fizesse pensar em ir comprando um ou outro ebook: o preço substancialmente mais barato.
Calhou a ver o livro "O Velho que Lia Romances de Amor". A versão portuguesa custa cerca de 11,36€. Exactamente a mesma versão em ebook custa 10,50€. Comprei uma edição em espanhol deste livro por cerca de 7€. Ainda dei o benefício da dúvida aos custo de tradução mas a versão francesa custa 8,59€ e a inglesa 7,33€. Tudo na mesma livraria online. Fui espreitar as versões para o kindle na amazon e o cenário é o mesmo (pouquinha diferença entre preços da versão digital e em papel).
Não gosto. Não gosto das traduções portuguesas serem geralmente mais caras que as traduções para outras línguas. Não gosto que os livros sejam tão caros. Não gosto desta disparidade de preços.
Se a diferença entre um ebook e o mesmo livro impresso ronda 1€, presumo que sejam estes os custo individuais de produção e distribuição. Se um livro traduzido para português é 50% mais caro que um livro
traduzido para inglês, vendidos no mesmo país e livraria (incluem por
isso o mesmo imposto e o mesmo lucro para o revendedor - penso eu) quem lucra esta diferença senhores editores? Alguém entendedor de economia para me explicar estas coisas?
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coisas que irritam um santo,
Livros
terça-feira, 12 de julho de 2011
“a sociedade actual ainda não se apercebeu que foi contemporânea de um génio”*
Apesar de tudo o que vi e li me abrir o apetite para o filme, nenhum me fez pensar que era efectivamente tão bom como é. É muito melhor do que pensava. Não e chato, não é piegas, não é arrogante. Mostra um Saramago que eu desconhecia totalmente. Mostra um amor incrível, uma equipa feroz e uma garra admirável. "É uma história de vida". É muito bonito. E depois de hoje rever este trailer, apetece-me vê-lo outra vez. E outra e mais outra.
*Pilar del Rio
quarta-feira, 15 de junho de 2011
bom, muito bom
abracei o corpo da minha mulher, segurei-lhe a mão, a sua cabeça no meu ombro, criei um pequeno embalo, como para adormecê-la, ou como se faz a quem chora e queremos confortar. vai ficar tudo bem, vai correr tudo bem. o que era impossível, e o impossível não melhora, não se corrige. estávamos encostados à parede, sobre o cortinado, como fazíamos na juventude para os beijos e para as partilhas tolas de enamorados. estávamos escondidos de todos, eu e a minha mulher morta que não me diria mais nada, por mais insistente que fosse o meu desespero, a minha necessidade de respirar através dos seus olhos, a minha necessidade vital de respirar através do seu sorriso. eu e a minha mulher morta que se demitia de continuar a justificar-me a vida e que, abraçando-me como podia, entregava-me tudo de uma só vez. e eu, incrível, deixava tudo de uma só vez ao cuidado nenhum do medo e recomeçava a gritar.
com a morte, também o amor devia acabar. acto contínuo, o nosso coração devia esvaziar-se de qualquer sentimento que até ali nutrira pela pessoa que deixou de existir. pensamos, existe ainda está dentro de nós, ilusão que criamos para que se torne todavia mais humilhante a perda e para que nos abata de uma vez por todas com piedade. e não é compreensível que assim aconteça. com a morte, tudo o que respeita a quem morreu devia ser erradicado, para que aos vivos o dardo não se torne desumano. esse é o limite, a desumanidade de se perder quem não se pode perder. foi como se me dissessem, senhor silva, vamos levar-lhe os braços e as pernas, vamos levar-lhe os olhos e perderá a voz, talvez lhe deixemos os pulmões, mas teremos de levar o coração, e lamentamos muito, mas não lhe será permitida qualquer felicidade de agora em diante.
in "A Máquina da Fazer Espanhóis", Valter Hugo Mãe
Acabei de ler este livro algures no início de Maio. A falta de maiúsculas (características dos capítulos escritos pelos "olhos" da personagem principal) é de fácil habituação. Passado o primeiro capítulo já parece fazer todo o sentido que assim seja. O livro é duro, realista, quase assustador. Fala da recta final da vida de alguém. A história é simples. Tem passagens excelentes e a ironia do senhor Silva é extraordinária. Vale muito a pena
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Livros
terça-feira, 7 de junho de 2011
Vieram comigo da feira
Com a promoção da Hora H, 50% de desconto em cada um, excepto no da Mafalda. E por mim trazia tantos mais... :)
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Livros
segunda-feira, 6 de junho de 2011
A caminho da feira do livro
E com uma listinha de ideias para não me descontrolar muito. E sei que me vai saber tão bem! Mesmo a calhar num dia "estranho" como o de hoje. :)
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Livros
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Começa hoje a Feira do Livro e eu estou cá com uma vontade de fazer compras! :)
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Livros
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Era um vale grande em livros, per favore...
Ontem, enquanto esperávamos pelo concerto, peguei nestes livrinhos para folhearmos:
A versão low-cost do "Cozinha Para Quem Quer Poupar", da Mafalda Pinto Leite
Cozinha, da Nigella
Porque o homem é um génio e sabe tão bem ver estes desenhos :)
Por isso, se houver algum mecenas de livros a ler este blogue e a querer fazer-me feliz, eu levanto a mão. As duas até. :)
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Livros
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Porque é demasiado bonito para deixar passar
Namora uma rapariga que lê.
Namora uma rapariga que lê. Namora uma rapariga que gaste o dinheiro dela em livros, em vez de roupas. Ela tem problemas de arrumação porque tem demasiados livros. Namora uma rapariga que tenha uma lista de livros que quer ler, que tenha um cartão da biblioteca desde os doze anos.
Encontra uma rapariga que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro por ler dentro da mala. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um grito imperceptível ao encontrar o livro que queria. Vês aquela miúda com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros em segunda mão? É a leitora. Nunca resistem a cheirar as páginas, especialmente quando ficam amarelas.
Ela é a rapariga que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a chávena, vês que a espuma do leite ainda paira por cima, porque ela já está absorta. Perdida num mundo feito pelo autor. Senta-te. Ela pode ver-te de relance, porque a maior parte das raparigas que lêem não gostam de ser interrompidas. Pergunta-lhe se está a gostar do livro.
Oferece-lhe outra chávena de café com leite.
Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entende que, se ela disser ter percebido o Ulisses de James Joyce, é só para soar inteligente. Pergunta-lhe se gosta da Alice ou se gostaria de ser a Alice.
É fácil namorar com uma rapariga que lê. Oferece-lhe livros no dia de anos, no Natal e em datas de aniversários. Oferece-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Oferece-lhe Neruda, Pound, Sexton, cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Percebe que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade – mas, caramba, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco com o seu livro favorito. Se ela conseguir, a culpa não será tua.
Ela tem de arriscar, de alguma maneira.
Mente-lhe. Se ela compreender a sintaxe, vai perceber a tua necessidade de mentir. Atrás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. Nunca será o fim do mundo.
Desilude-a. Porque uma rapariga que lê compreende que falhar conduz sempre ao clímax. Porque essas raparigas sabem que todas as coisas chegam ao fim. Que podes sempre escrever uma sequela. Que podes começar outra vez e outra vez e continuar a ser o herói. Que na vida é suposto existir um vilão ou dois.
Porquê assustares-te com tudo o que não és? As raparigas que lêem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Excepto na saga Crepúsculo.
Se encontrares uma rapariga que leia, mantém-na perto de ti. Quando a vires acordada às duas da manhã, a chorar e a apertar um livro contra o peito, faz-lhe uma chávena de chá e abraça-a. Podes perdê-la por um par de horas, mas ela volta para ti. Falará como se as personagens do livro fossem reais, porque são mesmo, durante algum tempo.
Vais declarar-te num balão de ar quente. Ou durante um concerto de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Pelo Skype.
Vais sorrir tanto que te perguntarás por que é que o teu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Juntos, vão escrever a história das vossas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos ainda mais estranhos. Ela vai apresentar os vossos filhos ao Gato do Chapéu e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos da vossa velhice e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto tu sacodes a neve das tuas botas.
Namora uma rapariga que lê, porque tu mereces. Mereces uma rapariga que te pode dar a vida mais colorida que consegues imaginar. Se só lhe podes oferecer monotonia, horas requentadas e propostas mal cozinhadas, estás melhor sozinho. Mas se queres o mundo e os mundos que estão para além do mundo, então, namora uma rapariga que lê.
Ou, melhor ainda, namora uma rapariga que escreve.
Texto de Rosemary Urquico, encontrado no blogue de Cynthia Grow.
Tradução “informal” de Carla Maia de Almeida para celebrar o Dia Mundial do Livro, 23 de Abril, aqui.
Encontrado do blogue da Sophia Baunilha, que tem uma apaixonante paixão por livros.
Tradução “informal” de Carla Maia de Almeida para celebrar o Dia Mundial do Livro, 23 de Abril, aqui.
Encontrado do blogue da Sophia Baunilha, que tem uma apaixonante paixão por livros.
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coisas do amor,
Livros
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Conservadora nestas coisas do Português
Segue-se este. Que já comecei a folhear e que me faz um bocadinho de confusão por não ter maiúsculas. Eu que sou toda conservadora nestas coisas do Português. Mas há que alargar os horizontes para um dia me aventurar num Saramago. A ver vamos. Depois conto como foi.
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Livros
Sobre o Mundo Sem Fim
Cerca de 200 anos depois do que acontece nos Pilares da Terra. Com algumas referências ao Jack, à Aliena e ao Philip. Não me agarrou tanto como os Pilares, mas puxou-me para a época de tal forma que me fazia lembrar da história cada vez que ouvia alguém espirrar. Estão lá as personagens fortes, os "maus" que não morrem no fim, os visionários e os conservadores, as intrigas, as injustiças, as acusações, o amor, a inteligência, a persistência que já estavam na Kingsbridge. Um elemento adicional neste: a Peste. Uma vez mais repetiu-se a sensação anterior: um fim compulsivo. Talvez por 1100 páginas naquelas vidas me fazem querer sempre mais um bocadinho.
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Livros
quarta-feira, 23 de março de 2011
Um livro sem ossos.
Os Pilares da Terra não têm uma única linha de descrição excessiva, de personagens para encher chouriços ou de excessiva previsibilidade. Sem ser uma história complexa e rebuscada é um livro que nos agarra e puxa para a Idade Média, para a vida de todas aquelas personagens, para aqueles lugares, para aquela Inglaterra, para a construção de uma obra quase sobre-humana. Sem um Happily Ever After perfeito e sem grandes rodeios, o senhor Follet contou uma história de amor, de ódio, de Deus, de matemática, de arquitectura, de sonhos, de promessas, de manipulação, de traição, de inteligência, de paciência, de coragem, de força, de luta constante. Sem excessos, sem exageros, sem nada desnecessário. Com a excepção de achar o desfecho demasiado repentino, o livro é mesmo muito bom e vale cada segundinho usado com ele!
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Livros
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Das coisas simples. Das coisas bonitas. Do amor
(...) A noção de que os princípios da regularidade e da repetição podiam quer simplificar a construção, que resultar num edifício harmonioso era uma ideia sedutora. Todavia, não estava convencido de que a proporção fosse a essência da beleza. Tinha propensão para tudo quanto era agreste: montanhas altas, carvalhos envelhecidos, o cabelo de Aliena.
in Os Pilares da Terra - Vol II, Ken Follett
sábado, 12 de fevereiro de 2011
A Lovely Love Story
Olha digam lá que eu não sou amiga e não dou ideias brutais de prendas para o dia dos Namorados (ou para o Natal, ou anos, o Carnaval, ou Páscoa, ou por estar sol, ou porque sim). Livros, pois claro! E logo com portes gratuitos. Apaixonei-me pelos títulos desta colecção e não tarda nada caio na tentação de encomendar um só para ver como é. É acabar a colecção da Sophia e apontar a mira para estes borrachos.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Parar o tempo #013
13.Jan.2011 - Chegava à minha mesinha de cabeceira. Hoje a 80 páginas no fim. Hora de me ir deitar para acabar este volume.
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Livros,
projecto 365
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
WishList(zinha) #02
Livros, muitos livros. Não vou comprar nenhum destes até ao Natal, por isso se alguém tiver dúvidas e me quiser oferecer eu aceito qualquer um dos seguintes exemplares com muuuuiitto gosto.
Dois volumes do "Um Mundo Sem Fim", de Ken Follett. Os dois primeiros livros da saga (Os Pilares da Terra) já estão a caminho, faltam estes:
"Travessuras da Menina Má" do Mario Vargas Llosa. O homem é Nobel e tem um livro com uma descrição que me convence. Não é que alguma vez tenha lido alguma coisa de um prémio Nobel, é verdade, mas há sempre uma primeira vez certo?
Heróis à Moda do Porto. Porque sim.
Zits - Fossa Nova ou Zits - Amuado, Aluado, Tatuado... Coitado! de Jim Borgman, Jerry Scott. Porque faltam estes à colecção.
A Noite de Natal ou A Menina do Mar, da Sophia.
Dois volumes do "Um Mundo Sem Fim", de Ken Follett. Os dois primeiros livros da saga (Os Pilares da Terra) já estão a caminho, faltam estes:
"Travessuras da Menina Má" do Mario Vargas Llosa. O homem é Nobel e tem um livro com uma descrição que me convence. Não é que alguma vez tenha lido alguma coisa de um prémio Nobel, é verdade, mas há sempre uma primeira vez certo?
E por falar em Nobel... Eu era capaz de gostar de ler o Cem Anos de Solidão ou Amor em Tempos de Cólera, mas como não tenho a certeza se já para lá algum destes em casa, o Garcia Marquez fica em espera.
Memórias de uma Gueixa de Arthur Golden. Não que sejam uma apaixonada pelo Japão, mas é uma história de amor e é um livro daqueles que estão em quase todas as listas dos "must read" que eu encontro. E o raio do livro demorou 10 anos a ser escrito. Merece a oportunidade.
Um Homem Não Chora, de Luís de Sttau Monteiro. Porque eu não fiquei traumatizada com "a saia verde" do Felizmente Há Luar. Porque é português. Porque eu adoro alguns livros só pelo título.
Cartas de Amor de Grandes Homens ou Cartas de Amor de Grandes Mulheres de Ursula Doyle. Com cartas de Beethoven, Ana Bolena, Napoleão, Darwin, Oscar Wilde ou Florbela Espanca. Já disse que gosto de histórias de amor não já? :)
A Cauda Longa, de Chris Anderson. Porque até já faltava aqui um livro "técnico". Porque já me falaram disto várias vezes. Porque definitivamente eu gostava de o ler.
Zits - Fossa Nova ou Zits - Amuado, Aluado, Tatuado... Coitado! de Jim Borgman, Jerry Scott. Porque faltam estes à colecção.
A Noite de Natal ou A Menina do Mar, da Sophia.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Parar o tempo #019
07.Out.2010 - This Is How You Remind
(sim, eu também acho que as flores do B não combinam com o resto)
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feitopornós,
Livros,
projecto 365
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Maniacos de Qualidade #01
Da humilhação pública de Afonso VI ao suicídio de Antero de Quental, passando pela perseguição desgovernada do Marquês de Pombal aos Jesuítas e outros que tais. É este que vem a seguir.
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Livros
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Dos Livros, da Millennium e do Larsson
Não sou propriamente uma pessoa normal no que toca a hábitos de leitura. Já demorei semanas a ler livros fininhos e meia dúzia de dias com calhamaços. Demorei 5 meses a ler as primeiras 100 páginas d’Os Maias e 5 dias a ler as restantes. Envolvo-me muito mais com as personagens dos livros do que com as dos filmes, séries e outros que tais. Chorei baba e ranho com os livros da Norah Roberts e só me limitei a suspirar e soltar uma lagrimazita ou outra em alguns episódios-chave de Anatomia de Grey.
Assim, não admira que após 1800 páginas de Millennium eu sinta que o Stiega Larsson não podia de todo ter morrido para eu continuar a poder drogar-me com aqueles livros. Não sendo extremamente complexos, estão tão bem escritos e é tão fácil entrar naqueles enredos malucos e saber sempre um bocado mais do porquê. O meu preferido é, sem dúvida, o terceiro. Não é provavelmente o melhor, mas foi o que de todos me agarrou mais. Ontem cheguei a casa com mais de 200 páginas por ler. Hoje o livro está lido. Vou ver se arranjo os filmes para curar a ressaca- Blomkvist-Salander. Enfim.
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Livros
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