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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Por um concerto teu, eu ficava noites numa fila para comprar bilhetes


Doodle de hoje, como tributo ao 65º aniversário do Freddie Mercury. 
(Vão ao Google e cliquem no Play da imagem).

domingo, 22 de maio de 2011

I think i'm in love. :)


imagem aqui

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Porque é demasiado bonito para deixar passar

Namora uma rapariga que lê.
Namora uma rapariga que lê. Namora uma rapariga que gaste o dinheiro dela em livros, em vez de roupas. Ela tem problemas de arrumação porque tem demasiados livros. Namora uma rapariga que tenha uma lista de livros que quer ler, que tenha um cartão da biblioteca desde os doze anos.

Encontra uma rapariga que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro por ler dentro da mala. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um grito imperceptível ao encontrar o livro que queria. Vês aquela miúda com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros em segunda mão? É a leitora. Nunca resistem a cheirar as páginas, especialmente quando ficam amarelas.

Ela é a rapariga que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a chávena, vês que a espuma do leite ainda paira por cima, porque ela já está absorta. Perdida num mundo feito pelo autor. Senta-te. Ela pode ver-te de relance, porque a maior parte das raparigas que lêem não gostam de ser interrompidas. Pergunta-lhe se está a gostar do livro.

Oferece-lhe outra chávena de café com leite.

Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entende que, se ela disser ter percebido o Ulisses de James Joyce, é só para soar inteligente. Pergunta-lhe se gosta da Alice ou se gostaria de ser a Alice.

É fácil namorar com uma rapariga que lê. Oferece-lhe livros no dia de anos, no Natal e em datas de aniversários. Oferece-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Oferece-lhe Neruda, Pound, Sexton, cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Percebe que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade – mas, caramba, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco com o seu livro favorito. Se ela conseguir, a culpa não será tua.

Ela tem de arriscar, de alguma maneira.

Mente-lhe. Se ela compreender a sintaxe, vai perceber a tua necessidade de mentir. Atrás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. Nunca será o fim do mundo.

Desilude-a. Porque uma rapariga que lê compreende que falhar conduz sempre ao clímax. Porque essas raparigas sabem que todas as coisas chegam ao fim. Que podes sempre escrever uma sequela. Que podes começar outra vez e outra vez e continuar a ser o herói. Que na vida é suposto existir um vilão ou dois.

Porquê assustares-te com tudo o que não és? As raparigas que lêem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Excepto na saga Crepúsculo.

Se encontrares uma rapariga que leia, mantém-na perto de ti. Quando a vires acordada às duas da manhã, a chorar e a apertar um livro contra o peito, faz-lhe uma chávena de chá e abraça-a. Podes perdê-la por um par de horas, mas ela volta para ti. Falará como se as personagens do livro fossem reais, porque são mesmo, durante algum tempo.

Vais declarar-te num balão de ar quente. Ou durante um concerto de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Pelo Skype.

Vais sorrir tanto que te perguntarás por que é que o teu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Juntos, vão escrever a história das vossas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos ainda mais estranhos. Ela vai apresentar os vossos filhos ao Gato do Chapéu e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos da vossa velhice e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto tu sacodes a neve das tuas botas.

Namora uma rapariga que lê, porque tu mereces. Mereces uma rapariga que te pode dar a vida mais colorida que consegues imaginar. Se só lhe podes oferecer monotonia, horas requentadas e propostas mal cozinhadas, estás melhor sozinho. Mas se queres o mundo e os mundos que estão para além do mundo, então, namora uma rapariga que lê.

Ou, melhor ainda, namora uma rapariga que escreve.

Texto de Rosemary Urquico, encontrado no blogue de Cynthia Grow.
Tradução “informal” de Carla Maia de Almeida para celebrar o Dia Mundial do Livro, 23 de Abril, aqui.
Encontrado do blogue da Sophia Baunilha, que tem uma apaixonante paixão por livros.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Há noites perfeitas…

… e depois há aquelas em que eu não encontro uma palavra à altura de a definir.


A de ontem, foi assim. Indescritível, memorável, imensamente boa. Estou capaz de jurar que o tempo parou algures por ali. Jantar na Casa Agrícola, passeio pela Baixa, sangria aqui, copo acolá. Tudo tão bom. O Porto maravilhoso. De dia ou de noite. Um calor agradável. Brindes. Uma das minhas companhias preferidas. O Amor.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Nós estavamos lá e foi tããoooo bonitinho! :)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Já se disse tudo o que há para dizer sobre o dia dos Namorados, mas eu gosto sempre de dar uma colherada.

Hoje é dia dos namorados e eu não tenho namorado.

Ainda nem me habituei a dizer isto, é como se ainda não fosse bem verdade, afinal uma coisa não deixa assim de ser de um momento para o outro, sem mais nem menos, agora é, agora já não é. O corpo habitua-se àquele outro ser que nos preenche a alma e é como se os músculos começassem a crescer à volta dele, até nós estarmos tão emaranhados na outra pessoa que nem sabemos bem onde é que acaba um e começa o outro.

Por isso hoje é dia dos namorados e eu não estou com aquele que seria o meu namorado. O desgosto é recente, ainda nem me pus a tentar colar os cacos, ainda nem percebi se são mesmo cacos se farpas se um músculo a definhar e eu com ele. Sou como um viciado a ressacar, naquela fase pior em que já passou um bocadinho, pouco, e por ter sido pouco ainda não vimos bem no que nos metemos, quase achamos que vamos conseguir e depois aquilo avança e atinge um estado insuportável em que o corpo grita por mais uma dose e não há mais nada, não conseguimos pensar em mais nada, não há terapia, oração ou metadona que nos valha. Estou assim e hoje é dia dos namorados.

Por isso calem-se com o discurso obrigatório este dia é nojento e comercial e são ridículos os casais que o festejam porque casais ridículos há-os sempre e não me venham dizer que toda a gente que festeja este dia está a fingir ou algo assim. Odeio generalizações cegas, odeio.

E expliquem-me qual é a diferença entre comprar um urso de peluche ou a porcaria de uns chocolates só porque é isso que se deve fazer e porem-se para aí com esse discurso só porque é isso que se deve dizer? É tal e qual como comprar o urso. Só que mais feio.

Vão mas é para casa dar beijos na boca.
Por Sophia Baunilha, aqui.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Nothing Else Matters

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Este blogue já parece um fotolog, mas eu não quero saber...

... no fim-de-semana passado fomos "gastar" a nossa Smartbox aqui. E não há muito a dizer a dizer. Comer. Caminhar. Namorar. Ver. Descansar. Muito e Muito Bem.










sábado, 23 de outubro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Momento Angular

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Parar o tempo #018

Dia #018 - 05.10.2010
05.Out.2010 - All You Need Is Love

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Do "Happily Ever After"

Acredito que cada um deve fazer o que está ao seu alcance para ser feliz, que nem toda a gente acerta à primeira e que provavelmente o "depois" vai ser bem melhor que o "antes", que "muda de vida se não estiveres satisfeito". Acredito nisso tudo: sim
 
Conseguir ler/ver/saber/perceber que uma relação entre pessoas que me eram minimamente queridas acabou e dizer que a notícia não me afectou minimamente: não
 
E não, não é altruísmo meu.  Não é pelo cão, pelo gato, pelo carro, pela casa, pelos filhos ou por eles (ou não é só por isso). É por mim. Porque eu continuo a acreditar no "e viveram juntos para sempre", no "almas-gémeas", "no testo da panela", "no par do chinelo", no amor eterno e essas coisas abalam-me sempre um bocadinho.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Parar o tempo #009

Dia #009 - 26.09.2010
26.Set.2010

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

#07 - Verbo Namorar

Apreciar as coisas pequeninas. Abraçar. Desafiar. Ajudar. Uma Equipa. Passear. Estar. (re)Apaixonar. Conversar. Discutir. Beijo. Gargalhadas. Partilhar. Contar. Investir. Perder. Ganhar! Fermentar. Surpreender. Cuidar. Adocicar. Precisar. Sorrir. Ser Feliz

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Vírus

Tenho 2/3 casamentos para o ano. Apareceu aí um vírus qualquer e alguns dos meus amigos desataram a casar.

Estou tãããoooo contente.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Sobre Intimidades.

É mesmo, mesmo, mesmo isto.A Marianne conseguiu explicar aqui, muito daquilo que eu penso de uma relação após algum tempo. Pode ter passado a fase da paixão avassaladora, mas nascem tantas outras coisas boas. 

Simbiose.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Achei tão simples e tão bonito

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Ainda em relação à crónica do Zink...

Namorado: Então tu não percebes as jantaradas com os amigos?
Vera: Mais ou menos. Fico sempre com um friozinho na barriga. Aquela coisa dos ciúmes e afins.
N: Eu não sinto nada disso em relação às tuas saídas de miúdas.
V: Não? Então porquê?
N: Sem querer parecer machista, imagino-vos sempre de pijama, sentadas na cama a conversar :P
V: -.-

Horas depois desta conversa parva o meu namorado fez-se à estrada e partiu para o Alentejo e só volta no Domingo. E vai ser jantaradas com os amigos, bebidas, noites e tudituditudi . E eu vou ficar em casa de pijama a conversar?  Pois sim, também mas não só. Ele pode vir de lá com muitas histórias para me contar, mas eu não vou ficar atrás.

Em jeitos de lista, aqui ficam os planos do fim-de-semana:
  • Jantar com a famelga; Done
  • Ver um filme (provavelmente "The Shawshank Redemption"); 10 minutos conta?
  • Fazer análises (antes que a "receita" passe do prazo); Done
  • Romar um pequeno-almoço algures a ver o mar; Done
  • Fotografar;  Done
  • Acabar de ler o livro (que não me sai da cabeça); Done
  • Lavar o carro; falta a mala e lavar por fora...
  • Perder-me na IKEA (e em mais lojas do MarShopping); Done
  • Arranjar alguém para jantar comigo; Done (e ainda comer Häagen-Dazs)
  • Cozinhar; Done
  • Comprar um livro sobre comida no Wok e/ou outro livro qualquer (que hoje é dia mundial do livro, e também de St .Jordi e há que comemorar)  Done
  • Dormir muito; não foi mesmo possível...
  • Fazer uma tarde de jogos com os amigos.  Done
  • Dar uma caminhada no passadiço. Se o tempo não deixar, retomar exercícios na wii.  Done
  • continuar (grandes) arrumações no Quarto;
  • assistir a parte das comemorações do 25 de Abril
  • estar algum tempo c/ namorado;
Hoje de manhã achei que não ia ter vontade de fazer isto tudo. Depois daquela conversa parva, eu sei que vou fazer isto e ainda mais. 
Bom Fim-de-Semana!!

sábado, 27 de março de 2010

O Leitor #02

"Quando os motores dos aviões param por avaria, isso não é o fim do voo. Os aviões não caem do céu como pedras. Os enormes aviões de passageiros, com vários motores, continham a deslizar durante meia hora ou três quartos de hora para depois se esmagarem ao tentarem aterrar. Os passageiros não notam nada. Voar com os motores parados não parece diferente de voar com eles a funcionar. É mais silencioso, mas só um pouco mais silencioso: mais barulhento que os motores é o vento que se quebra na fuselagem e nas asas. Num momento qualquer, ao olhar pela janela, a terra ou o mar estão ameaçadoramente próximos, a não ser que as hospedeiras e os hospedeiros tenham fechado as cortinas para pôr um filme a correr. Talvez os passageiros sintam que esse voo, uma pouco mais silencioso, é essencialmente agradável. 
Aquele Verão foi o voo planado do nosso amor. "

in "O Leitor", Bernhard Schlink

Já vi amores acabarem assim. Suavemente. A melhor forma de ver o fim de uma relação. Depois há o estrondo. Custa. Se ambos deixaram de voar e se deixaram apenas no conforto, à deriva. não é muito doloroso. E é por isso que não acredito no conforto puro e constante de um amor. E é por isso que preciso de lutar, de desafiar, de experimentar, de conhecer, de partilhar. De muitos momentos perfeitos e de muitos imperfeitos. Porque só assim faz sentido para mim. 

Decididamente, não gosto de viagens silenciosas.

domingo, 14 de março de 2010

Do Amor...

Haverá melhor acordar do que um Beijo e muito Sol?

Hoje estou melosa e apaixonada, que querem? =)