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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

E neste fim de semana...

... não será feito de:

  • actualizações frenéticas ao email "só para ver se há novidades;
  • visitas constantes a sites "só para ver se já lá está o que quero ver;
  • pensamentos sobre o monte coisas que terei que fazer segunda, quando voltar a esta secretária:
  • depressões/medidas de austeridade/o será e o que não será;
... será feito de:
  • jantar com amigos, daqueles que só se vêem de vez em quando, mas com quem há sempre assunto;
  • algumas lágrimas e muitos sorrisos, num dos meus dois casamentos preferidos do ano, com uma das duas noivas mais bonitas do ano;
  • uma corrida que vai acabar em caminhada, para ver se é desta que voltou a correr 3 vezes/semana;
  • um sofá com o Dexter, a Grey e os Friends;
  • planos para o Natal (sim, eu já faço planos para o Natal!);

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Planos a tentar para o doido

Duas amigas GRANDES com casamento marcado para este ano. Eu com uma ideia da SAV plantada na cabeça. E se as raptar por um dia e formos aí à malucas dar um saltinho "ao estrangeiro"? Ahhh, que vai ser tão bom! :)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Porque estamos em contagem decrescente para as férias...

... as minhas vão passar por qualquer coisa como isto:


3 dias*

sábado, 8 de maio de 2010

Apeteceu-me informar

Coisas Fantásticas que acabo de constatar:
1. O trabalho continua a crescer e lá temos nós que trabalhar ao Sábado;
2. Tenho um trabalho do Mestrado para entregar quinta-feira e nem comecei (e nem sei por que ponta lhe pegar);
3. O meu quarto está de pernas para o ar;
4. Os meus níveis de colesterol continuam a dizer que tenho risco moderado de doença cardiovascular.

Soluções a médio-prazo:
1. Rezar aos santinhos para o trabalho diminuir ou pelo menos estabilizar;
2. Aproveitar o feriado municipal de Aveiro para escrever umas coisas; Rezar ao santinhos para os meus chefes serem porreiros como o estado e me darem o dia 13 (fazer um trabalho parece-me um melhor argumento que "ir ver o papa");
3. Fazer uma triagem aos bonecos e demais tralha que tenho no quarto: 20% para dar/lixo; 60% sótão ; 20% ficam. Tentar lembrar-me que a roupa deve estar pendurada e não ser atirada para um banco até construir uma muralha.
4. Marcar uma consulta no médico e preparar-me para levar nas orelhas...

Soluções a curto-prazo:
1. Para de fazer listinhas e voltar ao trabalho;
2. Ver se encontro um(a) colega que me dê umas luzes;
3. Comprar uma cama nova e desmontar a actual - contribuindo assim para o aumento do caos;
4. Jantar com as amigas. Chocolate Quente. Leitão na Bairrada para o almoço de amanhã.

E perguntam vocês "Para quê que eu quero saber isto?" Para nada. Mas apeteceu-me informar.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

You may say that I'm a dreamer...

E Ele diz que eu sonho de mais, que voo de mais, que imagino de mais. E eu não o percebo bem, porque para estar triste já basta quando as coisas más acontecem. E ele não me percebe bem porque acha que depois eu sofro mais. Enfim. Pequenas incompatibilidades.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Hoje apetece-me falar-vos de confusões. Sim, porque este blogue é também sobre nós e “confusão” poderia perfeitamente ser o nosso nome do meio. As nossas vidas davam um filme indiano e daqueles cheios de conteúdo (e erros nas legendas). Não seria uma história de amor, porque o tema “amor confuso” é fácil e já está mais que batido, quer em Hollywood quer nas novelas da TVI. Vamos falar de profissões/futuros confusos.

Então imaginem lá comigo. Vamos usar nomes fictícios e exagerar certas características porque supostamente é assim que se faz. Amodini, Manasi, Odara e Rashmi (pois, eu andei a procurar nomes indianos) personagens principais e únicas sentadas na esplanada de um café a conversar. Se calhar é melhor ser em Manhattan, qual Sexo e a Cidade, já que não tenho a certeza se existem cafés com esplanada na Índia e muito menos mulheres a conversar livremente por lá. Graças à fabulosa capacidade de múltiplas tarefas simultâneas que o par de cromossomas XX nos dá, as quatro amigas estão a ter aquilo a que um amigo meu chamou, num momento de forte inspiração, monólogos paralelos: as 4 a falar e a ouvir ao mesmo tempo - é claro que esta parte não iria resultar muito bem numa sala de cinema porque seria complicado discernir todas as vozes no ecrã, mas penso nisso depois.

E eis um resumo do que se vê/diz por lá:
  • Amodini – rapariga muito prática, directa e forreta. Desenvolveu recentemente um nervosismo acentuado e um leve mau humor que procura combater. Está a estagiar e tem o típico trabalho duro que o cargo acarreta: levantar muito cedo, sair muito tarde, trabalhar muito, internet censurada e sigilo máximo. O trabalho que está a fazer não tem nada a ver com o que deveria ser feito o que significam sérios problemas na hora do relatório. Tem que usar sapatos de protecção horrorosos o que se torna um verdadeiro pesadelo. Garante que não percebe nada da área em que está a estagiar mas vai se safando bem. Dá explicações a dois miúdos provavelmente amorosos que têm medo dela. Um é hiperactivo, outro é potencialmente disléxico. Ela adora-os mas gosta de os ameaçar. Tem aulas de italiano e é escuteira. Está a fazer uma cadeira que deixou em atraso (e a faculdade fica 70km do seu local de trabalho). Anda +/- na ginástica. Com a quantidade absurda de coisas que faz sente-se sempre cansada e sem tempo para ela. Numa das poucas saídas recentes à noite, descobriu que os amigos dos seus amigos são problemáticos e anormais. Além disso, não tem bem a certeza se gosta ou não do curso que tirou e decidiu tirar um Mestrado. No meio da confusão que é a vida dela, enganou-se numa candidatura e não ficou colocada na primeira opção de Mestrado. Safam-se as amigas fenomenais, o carro novo cinzento-maravilhoso que está aí a chegar, os chás e os gelados. Em aberto muitas decisões: Irá Amodini continuar na fábrica onde está a estagiar? Deverá ela tentar concorrer ao mestrado que prefere numa segunda fase? Conseguirá ela conciliar todas as suas tarefas?
  • Manasi – recatada, responsável e divertida. Adora fazer compras e está sempre impecavelmente vestida e arranjada para o que a situação em causa exigir. Tem imenso tempo livre no momento, o que a tornou uma devoradora de séries. Tem uma cadela lindíssima e maluca. Adora o curso que tirou mas está desempregada. Tem duas propostas pendentes. Uma perto e uma longe. A de longe é garantida. A de perto é melhor. Vive assim na corda bamba. Gosta de ajudar e tá sempre lá quando é preciso. Para ela está sempre "tudo bem". Tem um lema que tenta aplicar a todas as outras "Bola para a frente que atrás vem gente". O problema do momento é que os jogos têm muitas bolas e não sabemos qual é a oficial. Deverá Manasi apostar na melhor proposta e deixar fugir a longínqua ou agarrar-se ao que é já uma certeza?
  • Odara – a mais nova de todas elas. Irmã de Rashmi a quem faz a vida negra. Tem um bichinho carpinteiro e nunca, nunca, está parada. Intempestiva e intensa. Vive tudo o que faz ao máximo ou que é muito bom e muito mau. Gosta de correr, de nadar, de dançar. Muitas vezes começa a fazer coisas que depois não lhe apetecer acabar (aparentemente um mal de família). Quer fazer tudo (genético) e ultimamente vive em stress. Teve que abdicar de uma coisa que adorava fazer. Tem que decidir dentro de muito pouco tempo o curso que quer tirar e o problema dela nem sequer é a escolha, é a merda da média. Porque os cursos são uma bola de neve, principalmente as potenciais alternativas à famosa medicina. Porque quem queria medicina vai para as alternativas. E quem quer as alternativas deixa de conseguir entrar, então tenta outras alternativas, e aparentemente ninguém naquela área fica a fazer o que quer. Odara quer tentar ao máximo a sua primeira opção e para isso terá de fazer melhoria de notas o que resultaria em 6 exames numa semana. Já adiou um deles que não é significativo para a entrada na faculdade mas restam outras decisões. Como enérgica e por vezes excessiva que é, não consegue encontrar um meio-termo entre a descontracção necessária para o estudo e a paranóia. Tem picos de nervosismo extremo em alturas de pressão e outros de quase desleixo para não ficar passada. Acaba por resultar num (in)constante azedume. Tem uma viagem a Barcelona marcada para o Verão, com os amigos. A viagem prevê-se inesquecível, o que lhe dá algum alento. Como deverá Odara distribui as suas datas de exame e estudo? Será que ela irá conseguir manter a calma? Como deverá fazer a candidatura de forma a conseguir aquilo que quer?
  • Rashmi – gosta de fazer tudo e até há algum tempo atrás conseguia. Quando gosta, empenha-se e luta, quando não gosta, desleixa. Adora falar e fala pelos cotovelos. Sente que a sua verdadeira vocação seria trabalhar num café ou num cabeleireiro para falar o dia todo. Tirou um curso e os 5 anos não foram suficientes para decidir se gosta, mas tem inúmeras vertentes cheias de potencial. E agora que ela está a acabar é a hora de tentar fazer alguma coisa para redireccionar esse curso para uma área mais interessante. E tem quatro áreas interessantes na mesa: Marketing, Economia e Gestão da Inovação, Engenharia Biomédica e Multimédia. E Rashmi não sabe o que fazer. Marketing é interessante mas é a última opção porque Rashmi acha que uma Engenheira Informática com Mestrado em Marketing nunca vai ser nem uma coisa nem outra, são áreas um bocado distintas. E Rashmi adora Multimédia. Mas… Multimédia tem o defeito “ficar atrás do computador muitas horas seguidas sem falar com ninguém” que ela quer evitar. Sobram Biomédica e Inovação e Rashmi gosta muito das duas. O problema é que os prazos de candidatura são incompatíveis. Rashmi sabe que ficou colocada no Mestrado em Inovação mas não sabe se conseguirá fica no de Biomédica. Mas para se inscrever no de Biomédica terá que desistir do de Inovação. E Rashmi trabalhar num sítio um bocado horroroso, com um ambiente muito complicado. A favor do local estranho existem os horários flexíveis, o factor “funcionário público” e a proximidade de casa e dos dois potenciais locais de Mestrado. Rashmi vai a Istanbul nas férias. Anda a planear com Amodini e Manasi uma viagem a 3. Quer participar na feira medieval e sente que precisa muito de férias. SE lhe for dada essa hipótese deverá Rashmi aceitar o trabalho num local do qual nao gosta, complicado e onde não conhece ninguém (porque entretanto os restantes estagiários fixes vão embora), ou deverá mandar tudo pelos ares, ter as férias que merece e em Setembro recomeçar tudo de novo, talvez em part-time para conciliar com o Mestrado? E qual o Mestrado a escolher? Será Rashmi capaz de, neste momento, decidir o seu futuro?

(ouvem-se tambores em suspenso durante uns segundos)

Depois de todas dizerem o que têm a dizer faz-se silêncio. Todas atacam a sua fatia de salame acompanhada por um Chá (Tisana?) Multivitaminas.


“Não percam os próximos episódios… Porque nós, também não”



Vou vender a minha história à TVI. Alguém sabe se ainda é a NBP a tratar do assunto?

segunda-feira, 2 de março de 2009

Planos

por Sónia Carvalho, Olhares.pt


Planear faz-me sentir tão bem! Faz-me sentir com força! E eu estou cheia de planos =)

Beijinho*