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terça-feira, 21 de junho de 2011

Vários bocadinhos

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ontem, foi assim


quinta-feira, 16 de junho de 2011

Coisas boas que se fazem por aí

Iniciativas Gaia é Cultura. Muitas e boas, como se quer. Para quem tem "passaporte cultural" (gratuito e acessível a toda a gente), há descontos. Hoje Deolinda por 3€, amanhã David Fonseca por outros 3. Fica a sugestão.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Hoje é dia de rever o pessoal do lixo

segunda-feira, 2 de maio de 2011

The Great Escape


Num destes Sábados, "tropecei" no concerto de Patrick Watson, no Sá da Bandeira. Gostei. Muito! Principalmente das músicas ao piano. E de bonus, ainda tivemos um Tiago Bettencourt a abrir (totalmente diferente e meio aluciado :) ) Tão bom.

domingo, 1 de maio de 2011

Não foi perfeito, mas foi tão giro :)

A voz, as letras, a companhia. *

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Quer o Benfica esteja a ganhar ou a perder...

...agora está a ser mais ou menos assim, no concerto da Luísa Sobral, com doces e boa companhia :).

(Mr & Mrs Brown, há músicas perfeitas, não há?)

terça-feira, 29 de março de 2011

Foi tão giro, já tinha dito não já?

E nós estávamos lá. A prova está aos 1:26. :)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Nós estavamos lá e foi tããoooo bonitinho! :)

sábado, 22 de janeiro de 2011

E daquia nadinha

Estamos no Porto a cantar Deolinda. Wiiiiiiiiiiiiiiii :)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

E eles aí estão

ColdPlay no Alive.

Mim Querer um Bilhetezinho para os 4 dias, fáxabore.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

"Que dia é hoje??" - perguntam vocês

"Dia de ver Os Azeitonas outra vez!" - respondo eu :)


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Mariza arrasou Coliseu do Porto.

Diz o DN e digo eu. :) E há dias em que eu digo que a minha preferida foi o Barco Negro. Outros sou capaz de jurar que foi aquele fabuloso Gente da Minha Terra a que mais adorei. Hoje acho que foi a Chuva.


As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir 


Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir 



São emoções que dão vida
à saudade que trago

Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente

e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade

sábado, 13 de novembro de 2010

Parar o tempo #052

Dia #052 - 08.11.2010
08.Nov.2010

terça-feira, 9 de novembro de 2010

... mais sobre ontem

Ontem não havia estrelas no céu, sabiam?! Estavam todas no Coliseu. Não, não é esse, não é o Colosseo romano, é o Coliseu com a pronúncia do norte, o nosso. É certo, ontem esteve bem mais elevado e afagado que qualquer espectáculo da Idade Antiga e é certo, também, que o Porto sentiu e cantou mil letras na ponta da língua com o coração a saltar-lhe do peito. Tanto e com tal intensidade que foi surpreendido com um “Caraças!” acompanhado pelas lágrimas nos olhos do pai do rock português. Pai do rock, psicadélico desesperado ou Chico Fininho, chamem-lhe como entenderem, mas o Rui Veloso há-de ser sempre o que queremos ser quando formos grandes.

Ou então não. Não, nós não precisamos de esgotar um Coliseu, ou dois. O que nós precisamos, e queremos, é daquela paixão e da audácia de cumprir o prometido (que é devido), ao ponto de termos a coragem de empenhar um anel de rubi ou de roubarmos uma gargantilha, ao ponto de mostrarmos o nosso lado lunar, quebrando todas as regras da sensatez!

Se sentes uma pequena dor a moer o que a gente não lê? Vai por mim, é uma dor pequenina, é só tua, guarda-a bem. Pode ser do filme que não viste ou dos velhos do jardim, pode ser de quem juntou dama e valete em paixão de folhetim ou de quem gravou a canivete corações nos bancos do jardim. Foi da lua. Fim da tarde. “Eu nunca me esqueci de ti”, dizes. Pois, então é da paixão que precisas, quer seja por irmãos de sangue ou pela morena de azul. Mostra as mãos vazias e não partas nunca mais.

Sobre o concerto de ontem

O pior:
  • O parvo do vocalista dos Per7ume.
  • Os tipo atrás de nós. Chegaram tarde. Fizeram imenso barulho até se acomodarem. Na segunda parte voltaram a entrar tarde e organizaram uma conferência. No meio de um "Sei de uma Camponesa" só ouvi qualquer coisa como "Olha, já viste o tipo do piano? Sabes que é o da Operação Triunfo? Também acho que já o vi nos Ídolos... E sabes quem é aquele ali? É o marido da Ana Bola, não tem nada a ver pois não? God! Pagaram um concerto aproveitem, tá? Ou pelo menos falem baixinho.

O melhor:
  • 3000 pessoas.
  • O alinhamento (que apesar de tudo ainda  lá mais umas 4 músicas).
  • Participação do Reininho e do Abrunhosa, do João Só e do Mendes.
  • O Porto Sentido e a emoção/comoção geral.
  • As mais de 3horas de espectáculo. 

Fica um vídeo...

... e o alinhamento.
1ª Parte (Mingos & os Samurais):
Embalagem de Damas
Irmãos de Sangue
O Que Eu Quero Ser Quando For Grande
No dia da Comunhão Solene
Conceição
Tuna Recreativa
Morena de Azul
O Prometido É Devido
Psicadélico Desesperado
A Gente Vai na Digressão
Fio de Beque
A Paixão (Segundo Nicolau da Viola)
Não há Estrelas No Céu
Baile da Paróquia

2ª Parte
Sei de um Camponesa
A Gente Não Lê
A Ilha
Fado do Ladrão Enamorado
As Regras da Sensatez (c/ João Só e Mendes)
Vai Por Mim (c/ João Só e Mendes)
Logo que Passe a Monção
Porto Côvo
Intervalo (c/ Per7ume)
Nunca Me Esqueci de Ti
Os Velhos do Jardim
Pronúncia do Norte ((c/ Rui Reininho)
Lado Lunar
Eu Não Sei Quem Te Perdeu (c/ Pedro Abrunhosa)
Porto Sentido
Chico Fininho


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Quebrando todas as "Regras da Sensatez", hoje vou voltar ao lugar onde já fui feliz, sem "Cavaleiro Andante" e provavelmente sem "Estralas no Céu". 

Chamem-nos "Velhos do Jardim", digam "Não Queiras Saber de Mim", digam até que efectivamente estamos a mostra o nosso "Lado Lunar". Mas hoje, hoje efectivamente talvez isso seja verdade. Hoje, 4 anos depois, voltaremos a trocar os "Vês pelos Bês", voltaremos a "Jura"r "Todo o Tempo do Mundo", com "Paixão".
Hoje diremos que "Sabemos de uma (certa) Camponesa", pediremos "Um café e um bagaço", contaremos a história do "Chico Fininho" e de um certo "Ladrão Enamorado", invocaremos a beleza de "Porto Côvo", e canteremos um "Porto MUITO Sentido". Hoje seremos (muito!) felizes aqui.



Mas querido Rui, p.f., não convides os ranhosos dos Per7ume tá? Senão ainda temos problemas.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Parar o tempo #047

Dia #047 - 03.11.2010
03.Nov.2010 - E segunda junto mais um à colecção 2010. :)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Parar o tempo #016

Dia #016 - 03.10.2010
03.Out.2010 - In The Name of Love

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Nós fomos! U2?

E pensar que estivemos para não ir. Porque estávamos a morrer de sono. Porque o T. tinha que trabalhar. Porque o T. tinha que se levantar muito cedo na 2ª. Porque nos tentaram convencer a não ir. Principalmente porque o tempo estava uma merda, pensamos em não ir até Coimbra ontem à noite. PARVOS...

O tempo esteve MESMO Irish: muito merdoso de dia, fantástico à noite. Não estava frio, não estava vento, não caiu uma única gota desde que o U2 entraram em palco.

Os Interpol não me convenceram. Não desgostei mas não me convenceram! Nem a mim nem a grande parte do estádio. Público-alvo diferente? Talvez. 

O alinhamento foi quase perfeito. Baseado em muitas velhas-grandes glórias. Beautiful Day, Elevation, I still haven't found what I'm looking for, Vertigo, Sunday Bloody Sunday, Pride, One, With or Without You e uma fabulosa Where The Streets Have No Name foram cantadas em plenos pulmões por nós e pelos restantes 40 mil.

O espectáculo em si? Nada a acrescentar. Excelente, cativante mas não "único". Ou nada que já não estivesse à espera sabendo à partida que a banda precisa de 150camiões e várias dezenas de homens só para montar a estrutura.
O melhor de tudo? O ambiente. Estivemos sentados nas bancadas durante Interpol mas "saltamos" para o relvado a meio da primeira música de U2. 40 mil pessoas a cantar numa única voz. Um estádio às escuras mas cheio de luz. A vida. Os aplausos. Aquela voz a arrepiar (muito) em algumas músicas. Aqueles acordes. A companhia. A-d-o-r-e-i.