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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Do preço livros-

Li há uns tempos este post da Rita, e fiquei a pensar que não sou, nem quero ser, minimalista no que toca a livros, DVDs, CDs e outros que tais. Ler um livro impresso, abrir a caixa de bom CD, folhear um álbum de fotografias estão todos na lista dos meus pequenos grandes prazeres. Chamem-me poluidora e muito propensa a juntar "tralha", mas o gostinho que me dá tocar nas coisas, é incomparavelmente superior ao valor que dou a um monte de bytes.

No caso especial dos livros, continuo a acreditar que o livro físico ainda está para durar muitos e bons anos. Não preciso que seja muito bom ou que tenha capa dura, sou grande fã dos livros de bolso e outras edições baratas. O que eu quero é poder folhear!

No entanto, como curiosa assumida que sou, deu-me para ver preços ebooks. Só porque sim, só para ver se aquilo me convencia ou não. Só havia uma coisa que me fizesse pensar em ir comprando um ou outro ebook: o preço substancialmente mais barato.

Calhou a ver o livro "O Velho que Lia Romances de Amor". A versão portuguesa custa cerca de 11,36€. Exactamente a mesma versão em ebook custa 10,50€.  Comprei uma edição em espanhol deste livro por cerca de 7€. Ainda dei o benefício da dúvida aos custo de tradução mas a versão francesa custa 8,59€ e a inglesa 7,33€. Tudo na mesma livraria online. Fui espreitar as versões para o kindle na amazon e o cenário é o mesmo (pouquinha diferença entre preços da versão digital e em papel).


Não gosto. Não gosto das traduções portuguesas serem geralmente mais caras que as traduções para outras línguas. Não gosto que os livros sejam tão caros. Não gosto desta disparidade de preços. 
 
Se a diferença entre um ebook e o mesmo livro impresso ronda 1€, presumo que sejam estes os custo individuais de produção e distribuição. Se um livro traduzido para português é 50% mais caro que um livro traduzido para inglês, vendidos no mesmo país e livraria (incluem por isso o mesmo imposto e o mesmo lucro para o revendedor - penso eu) quem lucra esta diferença senhores editores? Alguém entendedor de economia para me explicar estas coisas?

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Coisas

21h25 - Fila para comprar bilhetes para a "Árvore da Vida"
21h50 - Bilhetes comprados para o dito filme.
21h51 - "Ah, não vamos comprar pipocas porque fazem mal."
22h52 - Cheirinho quase irresistível das pipocas UCI à nossa volta.
21h55 - Começa o filme.
21h56 - Casal ao lado começa a dizer que não percebe nada do filme.
22h10 - Casal ao lado continua a dizer que não percebe o filme e que a acção não avança.
22h15 - Casal ao lado não se cala.
22h20 - O filme começa a parar. Não pára uma vez, pára uns décimos de segundo a cada 5 segundos.
22h25 - Parece ter passado o piripaque.
22h26 - Casal ao lado desiste do filme. Pensamos "agora é que vai ser".
22h30 - O filme volta a "saltar". Como se o "DVD" estivesse riscado e desta vez continuamente.
22h35 - Pedido de devolução do dinheiro do bilhete.

Conclusão: 1 hora deitada ao lixo. Raios.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cara Nuvem, se nos estragas a viagem a Paris eu sou rapariga para me passar dos carretos. A sério que sou.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Há perguntas e perguntas

Não tenho problema nenhum em explicar coisas às pessoas. Não sabemos todos do mesmo e é também para isso que servimos uns para os outros. Posso explicar mnemónicas de química orgânica à minha irmã, posso passar horas a explicar ao meu primo uma leitura rítmica, posso mostrar como se contornam os problemas de vontade própria que o word  tem ou porque raio é que uma funcionalidade não faz o que devia fazer. Posso fazer isso tudo e faço-o de muito bom grado. Gosto mesmo de ajudar. A sério.

A coisa muda muito de figura quando as perguntas me parecem simplesmente o caminho mais fácil. Quando já expliquei uma coisa várias vezes e me dizem “faz tu que eu não sei fazer”. Não sou nenhuma sobredotada e se eu aprendi porque raio é que os outros não querem aprender? Se quando é preciso saber alguma coisa eu arranjo maneira de saber, porque é que não fazemos todos o mesmo? Eu também faço muitas perguntas quando não sei alguma coisa, e também chateio quem acho que sabe e pode ajudar. Mas há perguntas e perguntas e aquelas perguntas com cheiro a “não sei nem quero saber” irritam pa caraças. 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Irrita-me pronto.

Se há coisa que me chateia é pessoas a escrever mal, a darem erros a cada três palavras. Tira-lhes a credibilidade. Reportarem-me um erro e referirem que a informação "tem falta de inconsistência" é, para ser simpática, estúpido.

Update: Só para esclarecer, a personagem tem mais de 25 anos e tem uma "lisenciatura".

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Mau tempo

Hoje choveu no comboio, mesmo ao meu lado, pelas condutas do ar condicionado. Melhor, está a chover ao meu lado, na biblioteca da faculdade. Ok, as coisas não estão sempre "novas" e está a chover muito mas sinceramente, não acho muito normal os transportes não estarem suficientemente preparados para o mau tempo. Mas nada normal é eu estar numa universidade privada em que a mensalidade é um bocaaaado absurda e, numa semana, ser a segunda vez que vejo a chover cá dentro. Não, não é só neste país... "é a crise" como se dizia hoje no comboio :D.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Eu já não podia com ela há já algum tempo...

... mas afinal ainda é mais parva do que parece. Mas nem tudo é mau! Se gostarem mesmo dos livros dela, ajudem aqui a Maria.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

"se você apanhou, foi porque mereceu"

god bless youtube por nos mostrar tamanhas pérolas.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Hein??

O meu telemóvel apagou TODAS as mensagens que lá tinha. Eu juro que não fiz nada, eu juro que sei que o material tem (algumas vezes) razão mas desta vez... Bloqueou. Reiniciei. E tcharan. Foram-se. Nem uma. $%&#$#$

terça-feira, 11 de maio de 2010

Eu nem queria falar disto, mas teve que ser.

Parem de me encher os feeds de notícias com informações do voos do mapa, dos minutos a que sua eminência deixa a Nunciatura Apostólica (aprendi um palavra nova já: Nunciatura), da trajecto que o Papa vai fazer no seu papamóvel (blhack, outra pseudo-palavra nova), dos sapatos do Papa, do percurso, dos dias de ponte que a malta do Estado vai ter (estamos em crise, precisamos produzir, mas não se nota nada), do microfone de ouro (que devia sair do bolso dos idiotas que aprovaram a ideia) e de todas as demais notícias.

E vou contar-vos um segredo: falar do papa não conta como boa acção. Aliás, tenho para mim que esta malta quando chegar lá a cima vai levar uma carga de porrada do S. Pedro que pelo que sei não era bem isto que ele queria. (e também não era dar porrada nas pessoas, mas o Homem deve estar nervoso)