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quinta-feira, 19 de maio de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Das grandes amigas e das saudades
5 horas de conversa seguinha. Planos e mais planos. Queixas, historias, muitas gargalhadas. Pizza, gelado e serenatas de amor. Conversas paralelas. Chuva. Rajadas de vento. Uma montra a partir e as 3 parvas a espreitar o mar.
Fiquei sem sono. Eu não sou nada de ficar sem sono! Já joguei Hive, troquei mensagens, vi um bocado doparvo peculiar do Dr. Phill, pesquisei precos de viagens, li, planei o treino de amanha, pensei no dia cheio de amanha(!) e o sono ainda não chegou.
"Amanha" o despertador toca as 7h30. Valeu todo o esforço que vai ser. Estou tão feliz... As saudades que eu tinha delas!
Fiquei sem sono. Eu não sou nada de ficar sem sono! Já joguei Hive, troquei mensagens, vi um bocado do
"Amanha" o despertador toca as 7h30. Valeu todo o esforço que vai ser. Estou tão feliz... As saudades que eu tinha delas!
Sentido marcado como:
amigos,
coisas que aumentam o coração
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
#09 - Verbo Aproveitar
Os últimos cartuchos das férias a dois. Que, na verdade, não foram pouco tempo a a dois: estivemos sempre com montes de gente. Gosto tanto de casas cheias: Eu, Ele, e todos Eles!
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Caloira
Hoje foi o dia do meu último exame. Estou de FÉRIAS! É tão bom que nem acredito, para além disso parece-me impossível já ter passado um ano. Eu lembro-me exactamente do que fiz durante esta semana à um ano atrás. E lembro-me exactamente no que pensei, lembro-me que na próxima semana ia acampar para Vouzela, lembro-me que estava no princípio de um Verão perfeito, lembro-me que já tinha feito a candidatura. 1ª opção: Bioengenharia. Não entrava. 2ª opção: Eng. do Ambiente. Entrava, nesta opção e em todas as seguintes. Sabia que entrava e que não ia ficar mas era mais uma tentativa. E assim foi, entrei e não pensei muito no resto.
Ainda bem que não pensei. Não foi um ano perdido, nem pensar.
Acham que foi um ano perdido? Não foi. Aprendi tantas, tantas, tantas coisas. Cresci, muito.
Agora, na minha vida, há uma inesinha que me dá abraços e ouve as minhas histórias, uma Sofia que é escuteira, sabe fazer malabarismo e já foi para a auto-estrada de bicicleta, um Rocky que gosta de cafunés e que tem muitas teorias (muitas delas sobre mulheres), um António que é meu irmão, que mantém sempre a postura, desenha e cozinha como ninguém, um Vindimas que é o menino da lágrima e me contou a história do galo de Barcelos, um Bolacha que é madeirense, que tem uma casa que é "do povo" e que é muito prestável, um Machique que também é da Madeira, que já tentou fugir do infantário, uma Ziga que é de Vila Mou, que é uma doida espectacular e que gosta de beber receita comigo, uma Andreia onde eu dormi a primeira vez que fiquei no Porto, muito querida e que adora tocar guitarra, uma Mé que é uma pessoa espectacular, é dinamica e a quem eu já levei a casa numa daquelas noites, uma Carla que fala como ninguém, que tem um dom, que é de Melgaço e sabe sempre escolher o melhor, uma Fi que por entre lágrimas e um abraço só me conseguia dizer "Tu vais embora", um Xico que também é da família, é impecável!, um Tiago Sereno, que é realmente sereno e que canta o "Verão Azul" como ninguém, um Angelo que acha que uma coisa fundamental numa mulher é saber que parte do frango é que ela gosta, um Rafael, o Gi, que joga futebol americano e com quem aprendi muita álgebra, um Diogo, o Pierre, fala française e está sempre a sorrir, um Helder que foi meu colega de trabalhos de grupo e que gosta de ir a caça, um Paris Hilton que é um amor, também gosta de caça, um Alex que foi a minha companhia no metro, jogava cartas e lia os jornais comigo durante as aulas de química, uma Ana que diz "um" de uma forma inacreditável, uma Daniela que é a Marge dos Simpsons, uma Carolina que adora falar, um Furinhos guitarrista e uma Lala contrabaixista que são Tuna e tantos, tantos outros.
Os doutores que nos praxaram, as viagens de metro que passavam na ponte, os comboios em que dormi, as minhas companhias de viagem, a noite da serenata, o traçar da minha capa pela minha madrinha, os jantares, as tardes e noites de praxe que nos deixavam com vontade de não aparecer mais, aquelas que queriamos ficar mais e que queriamos que se repetissem, a noite em que trajamos a primeira vez, a nossa serenata, o cortejo e a noite do cortejo, a minha t-shirt de caloiro. E tantas coisas mais, há aquelas que ficam guardadas aqui dentro e que não se escrevem. Ser caloiro na FEUP é espectacular! "Segredos desta cidade levo comigo p’rá vida."
Ainda bem que não pensei. Não foi um ano perdido, nem pensar.
Acham que foi um ano perdido? Não foi. Aprendi tantas, tantas, tantas coisas. Cresci, muito.
Agora, na minha vida, há uma inesinha que me dá abraços e ouve as minhas histórias, uma Sofia que é escuteira, sabe fazer malabarismo e já foi para a auto-estrada de bicicleta, um Rocky que gosta de cafunés e que tem muitas teorias (muitas delas sobre mulheres), um António que é meu irmão, que mantém sempre a postura, desenha e cozinha como ninguém, um Vindimas que é o menino da lágrima e me contou a história do galo de Barcelos, um Bolacha que é madeirense, que tem uma casa que é "do povo" e que é muito prestável, um Machique que também é da Madeira, que já tentou fugir do infantário, uma Ziga que é de Vila Mou, que é uma doida espectacular e que gosta de beber receita comigo, uma Andreia onde eu dormi a primeira vez que fiquei no Porto, muito querida e que adora tocar guitarra, uma Mé que é uma pessoa espectacular, é dinamica e a quem eu já levei a casa numa daquelas noites, uma Carla que fala como ninguém, que tem um dom, que é de Melgaço e sabe sempre escolher o melhor, uma Fi que por entre lágrimas e um abraço só me conseguia dizer "Tu vais embora", um Xico que também é da família, é impecável!, um Tiago Sereno, que é realmente sereno e que canta o "Verão Azul" como ninguém, um Angelo que acha que uma coisa fundamental numa mulher é saber que parte do frango é que ela gosta, um Rafael, o Gi, que joga futebol americano e com quem aprendi muita álgebra, um Diogo, o Pierre, fala française e está sempre a sorrir, um Helder que foi meu colega de trabalhos de grupo e que gosta de ir a caça, um Paris Hilton que é um amor, também gosta de caça, um Alex que foi a minha companhia no metro, jogava cartas e lia os jornais comigo durante as aulas de química, uma Ana que diz "um" de uma forma inacreditável, uma Daniela que é a Marge dos Simpsons, uma Carolina que adora falar, um Furinhos guitarrista e uma Lala contrabaixista que são Tuna e tantos, tantos outros.
Os doutores que nos praxaram, as viagens de metro que passavam na ponte, os comboios em que dormi, as minhas companhias de viagem, a noite da serenata, o traçar da minha capa pela minha madrinha, os jantares, as tardes e noites de praxe que nos deixavam com vontade de não aparecer mais, aquelas que queriamos ficar mais e que queriamos que se repetissem, a noite em que trajamos a primeira vez, a nossa serenata, o cortejo e a noite do cortejo, a minha t-shirt de caloiro. E tantas coisas mais, há aquelas que ficam guardadas aqui dentro e que não se escrevem. Ser caloiro na FEUP é espectacular! "Segredos desta cidade levo comigo p’rá vida."
Para o ano estou numa cidade nova e vou viver muito muito muito mais. Por enquanto, vou até ali aproveitas os próximos dois meses de férias :D
Sentido marcado como:
amigos,
coisas que aumentam o coração,
considerações,
crescer,
Engenharia do Ambiente,
Estudar,
FEUP,
vamos lá curtir
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Julie & Julia
De repente, senti-me como uma heroína de Jane Austen (só que as heroínas de Jane Austen nunca cozinham), a olhar confusamente para todas as pessoas que ama, para as suas múltiplas e imprevisíveis uniões e separações. Contudo, não haveria casamentos no final daquele romance de Austen, nada de finais felizes, aliás, nada de finais. Apenas piadas e amizades e romances e deliciosas declarações de independência. E percebi que, pelo menos naquela noite, não me importava muito em saber se algum deles era do tipo de casar, ou não - nem mesmo eu. Quem poderia dizer? Nenhum de nós saberia, com certeza, de que tipo éramos exactamente, mas desde que fôssemos do tipo de nos sentarmos a comer juntos e passar um bom bocado, isso chegava.
in Julie & Julia, Julie Powel.
É preciso dizer mais?
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