Os Pilares da Terra não têm uma única linha de descrição excessiva, de personagens para encher chouriços ou de excessiva previsibilidade. Sem ser uma história complexa e rebuscada é um livro que nos agarra e puxa para a Idade Média, para a vida de todas aquelas personagens, para aqueles lugares, para aquela Inglaterra, para a construção de uma obra quase sobre-humana. Sem um Happily Ever After perfeito e sem grandes rodeios, o senhor Follet contou uma história de amor, de ódio, de Deus, de matemática, de arquitectura, de sonhos, de promessas, de manipulação, de traição, de inteligência, de paciência, de coragem, de força, de luta constante. Sem excessos, sem exageros, sem nada desnecessário. Com a excepção de achar o desfecho demasiado repentino, o livro é mesmo muito bom e vale cada segundinho usado com ele!
quarta-feira, 23 de março de 2011
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