sábado, 13 de novembro de 2010

Parar o tempo #052

Dia #052 - 08.11.2010
08.Nov.2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Parar o tempo #051

Dia #051 - 07.11.2010
07.Nov.2010 - É oficial, por estes lados já se pensa no Natal.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Parar o tempo #050

Dia #050 - 06.11.2010
06.Nov.2010 - Querem emagrecer? Alugo cadela fantástica para esse fim. Só têm que ir
passear com ela. Se quiserem treino intensivo levem uma bola e atirem enquanto estão a segura-la pela trela (treino de sprints) ou brinquem com ela na praia (treino de resistência)

Parar o tempo #049

Dia #049 - 05.11.2010
05.Nov.2010 - Depois há aqueles dias em que não faço ideia que raio eu vou inventar para fotografar e saem-nos coisas destas, à lá ET. Porque é estupidamente bom fazer parvoíces. :)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

... mais sobre ontem

Ontem não havia estrelas no céu, sabiam?! Estavam todas no Coliseu. Não, não é esse, não é o Colosseo romano, é o Coliseu com a pronúncia do norte, o nosso. É certo, ontem esteve bem mais elevado e afagado que qualquer espectáculo da Idade Antiga e é certo, também, que o Porto sentiu e cantou mil letras na ponta da língua com o coração a saltar-lhe do peito. Tanto e com tal intensidade que foi surpreendido com um “Caraças!” acompanhado pelas lágrimas nos olhos do pai do rock português. Pai do rock, psicadélico desesperado ou Chico Fininho, chamem-lhe como entenderem, mas o Rui Veloso há-de ser sempre o que queremos ser quando formos grandes.

Ou então não. Não, nós não precisamos de esgotar um Coliseu, ou dois. O que nós precisamos, e queremos, é daquela paixão e da audácia de cumprir o prometido (que é devido), ao ponto de termos a coragem de empenhar um anel de rubi ou de roubarmos uma gargantilha, ao ponto de mostrarmos o nosso lado lunar, quebrando todas as regras da sensatez!

Se sentes uma pequena dor a moer o que a gente não lê? Vai por mim, é uma dor pequenina, é só tua, guarda-a bem. Pode ser do filme que não viste ou dos velhos do jardim, pode ser de quem juntou dama e valete em paixão de folhetim ou de quem gravou a canivete corações nos bancos do jardim. Foi da lua. Fim da tarde. “Eu nunca me esqueci de ti”, dizes. Pois, então é da paixão que precisas, quer seja por irmãos de sangue ou pela morena de azul. Mostra as mãos vazias e não partas nunca mais.

Sobre o concerto de ontem

O pior:
  • O parvo do vocalista dos Per7ume.
  • Os tipo atrás de nós. Chegaram tarde. Fizeram imenso barulho até se acomodarem. Na segunda parte voltaram a entrar tarde e organizaram uma conferência. No meio de um "Sei de uma Camponesa" só ouvi qualquer coisa como "Olha, já viste o tipo do piano? Sabes que é o da Operação Triunfo? Também acho que já o vi nos Ídolos... E sabes quem é aquele ali? É o marido da Ana Bola, não tem nada a ver pois não? God! Pagaram um concerto aproveitem, tá? Ou pelo menos falem baixinho.

O melhor:
  • 3000 pessoas.
  • O alinhamento (que apesar de tudo ainda  lá mais umas 4 músicas).
  • Participação do Reininho e do Abrunhosa, do João Só e do Mendes.
  • O Porto Sentido e a emoção/comoção geral.
  • As mais de 3horas de espectáculo. 

Fica um vídeo...

... e o alinhamento.
1ª Parte (Mingos & os Samurais):
Embalagem de Damas
Irmãos de Sangue
O Que Eu Quero Ser Quando For Grande
No dia da Comunhão Solene
Conceição
Tuna Recreativa
Morena de Azul
O Prometido É Devido
Psicadélico Desesperado
A Gente Vai na Digressão
Fio de Beque
A Paixão (Segundo Nicolau da Viola)
Não há Estrelas No Céu
Baile da Paróquia

2ª Parte
Sei de um Camponesa
A Gente Não Lê
A Ilha
Fado do Ladrão Enamorado
As Regras da Sensatez (c/ João Só e Mendes)
Vai Por Mim (c/ João Só e Mendes)
Logo que Passe a Monção
Porto Côvo
Intervalo (c/ Per7ume)
Nunca Me Esqueci de Ti
Os Velhos do Jardim
Pronúncia do Norte ((c/ Rui Reininho)
Lado Lunar
Eu Não Sei Quem Te Perdeu (c/ Pedro Abrunhosa)
Porto Sentido
Chico Fininho


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Quebrando todas as "Regras da Sensatez", hoje vou voltar ao lugar onde já fui feliz, sem "Cavaleiro Andante" e provavelmente sem "Estralas no Céu". 

Chamem-nos "Velhos do Jardim", digam "Não Queiras Saber de Mim", digam até que efectivamente estamos a mostra o nosso "Lado Lunar". Mas hoje, hoje efectivamente talvez isso seja verdade. Hoje, 4 anos depois, voltaremos a trocar os "Vês pelos Bês", voltaremos a "Jura"r "Todo o Tempo do Mundo", com "Paixão".
Hoje diremos que "Sabemos de uma (certa) Camponesa", pediremos "Um café e um bagaço", contaremos a história do "Chico Fininho" e de um certo "Ladrão Enamorado", invocaremos a beleza de "Porto Côvo", e canteremos um "Porto MUITO Sentido". Hoje seremos (muito!) felizes aqui.



Mas querido Rui, p.f., não convides os ranhosos dos Per7ume tá? Senão ainda temos problemas.

sábado, 6 de novembro de 2010

Parar o tempo #048

Dia #048 - 04.11.2010
04.Nov.2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Parar o tempo #047

Dia #047 - 03.11.2010
03.Nov.2010 - E segunda junto mais um à colecção 2010. :)

Parar o tempo #046

Dia #046 - 02.11.2010
02.Nov.2010 - Don't Know Why

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Parar o tempo #045

Dia #045 - 01.11.2010
01.Nov.2010 - E é MUITO de vocês que me deixa o coração apertadinho de amor. Os beijinhos, e abraços e os sonhos. E as proezas. O teatro de um. As notas de outro. A guitarra. A evolução na terapia da fala. O deixarem-se estar enroladinhos no meu colo. O quererem ouvir histórias, jogar consolas, ter a minha atenção. O que me faz encher de orgulho por ver que vocês estão a ficar uns pequenos-homenzinhos! E o que eu odeio por agora que já são grandes não se aninharem tanto no meu regaço. Valha-me o facto de nesta família haver sempre bebés! Porque vocês, mais do que todos, fazem-me tanto acreditar nas coisas boas! E é com vocês que eu sei que Vida afinal é quase como os "Desenhos Animados e nunca, quase nunca acaba mal...".

E era isto.

As pessoas exigem mudanças. Vindas sabe-se lá de onde. Cruzam os braços e amuam. A vida não muda. Enroscam-se numa manta, no sofá, à espera. E nada muda. Ficam à espera de chamadas de pessoas que, normalmente, não ligam. Mas que raio, as pessoas. Nunca mudam. Chegam ao emprego e saem de lá fartas. Sempre a mesma coisa, sempre as mesmas conversas, sempre a mesma rotina. Nunca muda. E o trânsito? Sempre a mesma treta. Nunca muda. Ligam para os amigos para saber novidades. Não há, está tudo igual. Não mudou nada. Se as pessoas se empenhassem tanto em mudar as coisas à sua volta como se empenham a queixarem-se dessas coisas, que nunca mudam, iam assistir, nas suas vidas, a um milagre: o da mudança. É incrível perceber a quantidade de pessoas que estão ansiosas por grandes mudanças, sentadas no sofá.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Parar o tempo #044

Dia #044 - 31.10.2010
31.Out.2010

Parar o tempo #043

Dia #043 - 30.10.2010
30.Out.2010 - Dizem que parece uma metralhadora a debitar palavras. Não percebo.

Parar o tempo #042

Dia #042 - 29.10.2010
29.Out.2010 - Pão quentinho, uma das minhas grandes perdições. Para mim, melhor que Nutella, só a par do maracujá e de algum gelados. O grande pecado nestes dias mais feios.

domingo, 31 de outubro de 2010

Parar o tempo #041

Dia #041 - 28.10.2010
28.Out.2010

sábado, 30 de outubro de 2010

Parar o tempo #040

Dia #040 - 27.10.2010
27.Out.2010

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Parar o tempo #039

Dia #039 - 26.10.2010
26.Out.2010

Mau tempo

Hoje choveu no comboio, mesmo ao meu lado, pelas condutas do ar condicionado. Melhor, está a chover ao meu lado, na biblioteca da faculdade. Ok, as coisas não estão sempre "novas" e está a chover muito mas sinceramente, não acho muito normal os transportes não estarem suficientemente preparados para o mau tempo. Mas nada normal é eu estar numa universidade privada em que a mensalidade é um bocaaaado absurda e, numa semana, ser a segunda vez que vejo a chover cá dentro. Não, não é só neste país... "é a crise" como se dizia hoje no comboio :D.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"o nível de certo dado X está muito acima da média mundial, mas os portugueses mostram-se convencidos do contrário"

Era isto. Vale muito a pena ler.