quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Mariza arrasou Coliseu do Porto.

Diz o DN e digo eu. :) E há dias em que eu digo que a minha preferida foi o Barco Negro. Outros sou capaz de jurar que foi aquele fabuloso Gente da Minha Terra a que mais adorei. Hoje acho que foi a Chuva.


As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir 


Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir 



São emoções que dão vida
à saudade que trago

Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente

e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade

1 sentidos:

Raquel disse...

Esta é, sem dúvida, a minha favorita...